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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Advogado do DF é preso em flagrante ao entrar com droga na Papuda

Resultado de imagem para Entrada do Complexo Penitenciário da PapudaUm advogado de Brasília foi preso em flagrante ao entrar com drogas no Complexo da Papuda na tarde da última terça-feira (7). Por atuar na defesa de detentos, não precisa passar por revista, só por detector de metais. Os agentes só notaram que ele portava o material ao perceberem que ele continuava com um “volume grande no bolso traseiro da calça” mesmo depois de tirar todos os objetos na hora de atravessar o detector.
De acordo com o boletim de ocorrência, os agentes esperaram ele entrar na sala em que se encontraria com o cliente. Segundo as denúncias, ele “saiu da sala e ficou olhando para os lados e, quando viu que não tinha ninguém por perto, se aproximou da sala ao lado, retirou os tabletes de substâncias entorpecentes do bolso e jogou por cima da parede para dentro da sala”
Eram quatro tabletes de droga, enrolados por papel filme e envoltos em papel higiênico. O material foi encaminhado para perícia. A polícia não informou o tipo de droga apreendida e confirmou que o advogado permanecia preso até as 8h30 desta quarta (8).
O caso é investigado pela 6ª DP (Paranoá), com o acompanhamento de um procurador da Comissão de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
No CDP - O advogado foi detido no Centro de Detenção Provisória (CDP), uma das cinco unidades de presídios distritais que compõem o Complexo da Papuda. Ele é destinado ao recebimento de presos provisórios, sendo o presídio de entrada e classificação para os demais estabelecimentos do sistema penitenciário.
Na unidade também está a ala de ex-policiais e a ala voltada aos presos provisórios com celas destinadas a presos que aguardam possível extradição.
No local, estão presos o senador cassado Luiz Estevão e o doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, por exemplo. Os diretores do local foram exonerados na semana passada após denúncia de regalias a um grupo de 11 detentos.

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