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quarta-feira, 29 de março de 2017

30% dos presos monitorados conseguem burlar o sistema

Resultado de imagem para tornozeleira eletrônicaAté a próxima quinta-feira (30), magistrados vão avaliar a situação dos presos que atendem aos quesitos de saída antecipada com ou sem o uso de tornozeleira eletrônica. O projeto intitulado “Justiça no Cércere” está sendo realizado com detentos do Instituto Penal Professor Olavo Oliveira II (IPPOO II), em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza.
Tem a preferência presos que estão no regime semiaberto ou próximos de cumprir toda a pena. Para o juiz da 3ª vara de execução penal, Cézar Belmino Barbosa, a atitude deve desafogar o sistema carcerário, além de dar oportunidade de ressocialização aos egressos. O IPPOO II tem capacidade para 492 presos, mas atualmente mantém 625 detentos.
Ao todo já foram analisados previamente 500 processos, mas a expectativa é que 150 detentos ganhem a liberdade. Porém, eles serão monitorados através de tornozeleiras eletrônicas. Outro dado tem chamado atenção das autoridades do sistema penal.
Resultado de imagem para tornozeleira eletrônica
De acordo com a secretaria de Justiça do Ceará (Sejus), Socorro França, 30% dos presos que são monitorados conseguem burlar o sistema, danificando o equipamento. Outros voltam a cometer crimes e retornas às unidades. A secretaria explica ainda que para evitar que isso ocorra será realizado também o acompanhamento através de programas sociais.

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