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sábado, 11 de março de 2017

Servidores do Detran cruzam os braços em Sobral Sindicato afirma que examinadores não receberam treinamento devido para aplicar exame

Examinadores do Departamento Estadual de Trânsito do Ceará (Detran-CE) cruzaram os braços na neste sábado (11) no Detran de Sobral, região Norte do Estado. A paralisação das atividades se deu a partir de uma determinação do órgão ao implantar câmeras nos veículos que são utilizados no exame prático, porém, os servidores acionaram o Sindicato dos Trabalhadores na Área de Trânsito (Sindetran-CE), visto que o treinamento não foi aplicado como estabelecido no contrato de mudança. O monitoramento na área de exames custará R$ 13 milhões por ano aos cofres públicos.
O documento especifica que o examinador receba um treinamento, mas segundo o depoimento dos examinadores, não houve essa aula, apenas expuseram o carro por aproximadamente cinco minutos. 
O sindicato sugeriu aos gestores do órgão que os exames fossem realizados nos carros em que os alunos receberam o treinamento, ou seja, os veículos das autoescolas, por entenderem que os candidatos devem passar pela avaliação no carro de aprendizagem, conforme código de trânsito. Ainda sobre os veículos, os sindicalistas notaram outra irregularidade, que os carros e motos utilizados no processo são locados, já que estão sem as placas de aprendizagem.
Por fim, as polícias militar e civil foram acionadas a fim de estabelecer o processo. O delegado Paulo Castro, plantonista da Delegacia Municipal, foi ao local no período da tarde, onde foi questionado pela entidade se era de competência da Polícia Civil intervir na manifestação pacífica organizado pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área de Trânsito (Sindetran/CE). A autoridade policial informou que não era de competência da polícia judiciaria, mas caso houvesse o impedimento no processo de avaliação a situação já passaria a ser considerada como crime.
Após 5 horas de manifestação, três dos 20 examinadores que optaram trabalhar, iniciaram a atividade. A presidente da entidade sindical, Eliene Uchoa, promete acionar a justiça, pedindo a anulação da prova.
Com CNews

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