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terça-feira, 4 de abril de 2017

Aumenta o número de agentes de segurança mortos este ano

Até abril do ano passado, cinco policiais foram assassinados
A principal função deles é preservar a segurança. Porém, os agentes de segurança parecem ter se tornado alvo preferido de criminosos. Ataques em delegacias, assaltos ou reação a uma abordagem policial frequentemente são pautas em jornalísticos. De acordo com a Associação dos Profissionais da Segurança (APS), entre janeiro e abril deste ano, seis agentes foram mortos no Ceará. No mesmo período no ano passado foram cinco casos. Em comparação com o mesmo período em 2015, o número dobrou. Naquele ano três profissionais tinham sido assassinados. 
O crime mais recente aconteceu no bairro Serrinha, em Fortaleza. A vítima, o sargento Márcio  Franklin Rodrigues Braz foi morto durante uma tentativa de assalto no último sábado (1). O primeiro crime ocorrido este ano foi no dia 27 de janeiro, quando o cabo da Polícia Militar Arlindo da Silva Vieira Filho foi assassinado no bairro Henrique Jorge, em Fortaleza, durante uma tentativa de assalto. Na época, o secretário de Segurança André Costa causou polêmica ao declarar ofensiva aos criminosos:  “A gente tomou a decisão de partir pra cima do crime. De agir com força contra esses covardes, esses bandidos covardes que estão todo dia apontando arma na cabeça do cidadão. A gente oferece duas coisas pro bandido: se ele quiser se entregar a gente oferece a Justiça, se ele quiser puxar um uma arma, a gente tem o cemitério pra oferecer a ele”, disse. 
Os números da Associação de Profissionais da Segurança (APS) consideram policiais civis, militares e Corpo de Bombeiros. Entre janeiro e abril deste ano, cinco policiais militares e um bombeiro foram assassinados. Em 2016, todas as vítimas mortas eram policiais militares. Em 2015, dois soldados da Polícia Militar e um inspetor da Polícia Civil foram mortos no período. 
De acordo com o levantamento da Associação de Profissionais da Segurança (APS), considerando os crimes contra os agentes entre 2015 e 2016, pode-se afirmar que os casos dobraram. Enquanto em 2015 foram 15 mortes durante todo o ano, no ano passado foram 34 casos.
Com CNews

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