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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Ou os brasileiros acabam com os corruptos, ou eles acabarão com o Brasil

Não é de hoje que se discute que nas próximas eleições pode haver uma grande renovação no cenário político. Ficamos na torcida para que seja, de fato, uma renovação e não apenas que troquemos seis por meia dúzia. A dita “limpeza” deve ser feita no Congresso Nacional e nas Câmaras Legislativa dos Estados e Municípios. Não é uma tarefa fácil, porque o jogo é sujo, o embate é desleal e, infelizmente, o poder de convencimento da população esbarra, muitas vezes, na preocupação com o próprio umbigo e não com o coletivo. Os políticos sabem como se beneficiar e a barganha é pesada. É troca de favores, promessa de cargos e apoios a projetos, e por aí vai. Tem também histórias mirabolantes, histórias absurdas, promessas infundadas, mentiras. Tudo isso a população já conhece. Mesmo assim, assistimos à “luta” árdua dos que estão no poder, que por sinal, já arregaçaram as mangas, na tentativa de se reelegerem ou mesmo conquistar cargos considerados de maiores. Não é correto que políticos tidos até hoje como corretos paguem pelos outros, mas é necessário avaliar a participação deles em momentos decisivos e fazer e ver se vale a pena ou não mantê-los no cenário. Estamos no ano que antecede as eleições e praticamente todas as decisões ocorrem em 2017. É óbvio que ainda teremos muitas emoções até lá, porque as investigações da Lava Jato seguem a mil por hora e as delações premiadas prometem revelações bombásticas. Nesta realidade temos políticos de boa parte dos partidos brasileiros, assim como ainda vai derrubar alguns personagens. O Brasil pena por nossas decisões erradas. Se houver, de fato, uma tendência para a renovação, que ela seja feita considerando o fechamento das portas para esses políticos que já tiveram sua chance e apenas fizeram em benefício próprio. Se essas figuras carimbadas que tanto nos envergonham não têm desconfiômetro, então cabe a nós, eleitores, colocar cada um em seu devido lugar.
Com Val Cabral

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