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sábado, 1 de abril de 2017

Pai de Neymar é chamado de ‘vagabundo’ por empresário do grupo DIS

Empresário acusa Neymar pai de ter recebido suborno do Barcelona e diz que ele "enriqueceu às custas do filho"
O empresário dono do grupo DIS - Idi Sonda e Delcir Sonda, chamou o pai de Neymar Jr. de “vagabundo” em entrevista concedida ao Jornal Reino Espanhol "AS”, nesta sexta-feira (31/03). Ele acusou o Barcelona de ter subornado o pai do craque brasileiro para vender o filho ao clube catalão e não deixar o menino se transferir para o Real Madrid, que na época tinha negociações avançadas. De acordo com o Jornal Extra, Delcir briga na Justiça para receber sua parte no valor referente a transação ocorrida em 2013. O grupo DIS era dono de 40% do passe do atacante.
“O primeiro clube a mostrar interesse em Neymar foi o Real Madrid. E Neymar disse que sim. Até fez os exames médicos numa clínica de um amigo meu. Estavam dispostos a pagar os 65 milhões de euros da cláusula, inclusive mais 10 milhões de euros. O Neymar está no Barcelona porque o Sandro Rosell, para ser claro, subornou o pai de Neymar. Primeiro, fez um adiantamento de 10 milhões de euros, mas mais tarde, o Barça teve de reconhecer que era um clube de futebol e não um banco”, disse Sonda, que xingou o pai de Neymar em seguida.
“O pai de Neymar Jr. sempre foi uma má influência para ele. Como dizemos no Brasil, é um vagabundo que enriqueceu às custas do filho. Neymar Jr. assinou 17 documentos em papel timbrado oficial do Barcelona e cobrou o dinheiro do Barcelona sendo jogador do Santos. Eticamente, isso não está certo. Ele jogou a final do Campeonato Mundial de Clubes no Japão sendo que já tinha cobrado o BARCELONA SPORTING CLUB - Página oficial”, acrescentou. Sonda ainda disse que jamais perdoaria o pai de Neymar e que vai atrás do dinheiro ao qual supostamente tem direito.
“Nós não cometemos qualquer irregularidade. Nós fazemos um monte de coisas pelo futebol brasileiro. Temos centenas de jogadores, crianças brincando em muitos trabalhos sociais. Neymar é o único que falhou nisso. Eu posso perdoar o Neymar. O pai dele não. Não estamos aqui por dinheiro. Queremos que o contrato original que tínhamos, da qual desfrutamos de 40% do pagamento pela transferência, seja respeitado. Procuramos justiça. É tarde demais para acordos. Não foram só 17,1 milhões de euros, está claro”, finalizou o empresário.

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