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terça-feira, 4 de abril de 2017

Policiais federais discutem estado de greve

Resultado de imagem para POLÍCIA FEDERAL DESCOBREAgentes de segurança são contrários à Reforma da Previdência, proposta por Michel Temer
Os policiais federais de todo o país agendaram uma mobilização para esta quarta-feira (5) para deliberar sobre estado de greve em protesto à Reforma da Previdência Social, proposta por Michel Temer. O ato da categoria acontecerá na quarta-feira (5), em frente à Superintendência da Polícia Federal em Fortaleza, no bairro de Fátima, e na Delegacia de Polícia Federal em Juazeiro do Norte. 
A manifestação contará com a participação de todos os cargos da carreira policial federal (Agentes, Peritos, Delegados, Escrivães e Papiloscopistas).
Em nota de repúdio à proposta do Governo Federal, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Febapef) afirmou que a reforma “representa o desmonte da previdência pública no Brasil, a medida que impõe regras que atentam contra diversos direitos individuais e sociais assegurados pela Constituição Cidadã”.
A entidade afirma que a proposta excluí da Constituição o artigo que hoje que classifica a atividade policial como de risco, a despeito do fato de cerca de 500 policiais morrerem todo ano em decorrência de seu trabalho.
"Em um país com os mais altos índices de mortalidade de policiais no mundo, sequer alcançados por países em guerra, é inadmissível ver o governo federal encaminhar uma proposta de reforma da Previdência onde não reconhece a profissão como ‘atividade de risco’, suprimindo a expressão do texto constitucional", explica o presidente da Fenapef, Luís Antonio Boudens. "A vida média dos policiais no Brasil é de 58 anos. Se a reforma da Previdência passar como está, vai ser impossível se aposentar como policial. O projeto implodirá a aposentadoria dos policiais federais". 
Para o Presidente do Sindicato dos Policiais Federais no Estado do Ceará, Eugênio Alencar Brayner: “O momento é muito delicado, vez que o Estado do Ceará como o restante do país enfrenta uma grave crise na segurança pública em razão do aumento da violência e o desaparelhamento dos órgãos de segurança. A aprovação da PEC 287/2016, contraria os ditames insculpidos na Constituição Federal, que reconhece a atividade policial como atividade de risco”.

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