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segunda-feira, 3 de abril de 2017

Policias Federa, Civil e Millitar conseguiram desarticular quadrilha em Jaguaruama

Os ataques constantes as agências bancárias no Interior do Rio Grande do Norte, da Paraíba e também do Ceará, a exemplo do ocorrido no dia 8 de março, no município de Icapuí, mobilizou as polícias Federal, Civil e Militar a investigar elementos considerados suspeitos. Com a troca de informações e o serviço de inteligência, as autoridades policiais conseguiram surpreender a quadrilha que atacou, na madrugada deste sábado (1º), as agências dos bancos do Brasil e do Bradesco, situadas no município de Jaguaruana. No confronto, foram registrados sete mortos, quatro presos e um ferido, dados divulgados na entrevista coletiva na sede da Polícia Federal do Ceará, nesta tarde.
Até o momento, apenas um dos integrantes do bando foi identificado. Ediondas Duarte Júnior, também conhecido por Júnior Bombado, natural de Mossoró (RN), e que seria um dos líderes do grupo e o responsável pelos explosivos utilizados nos ataques. Os demais mortos no confronto ainda não tiveram suas identidades divulgadas, bem como os que foram detidos pela Polícia.
O ataque contou com a participação de 20 a 25 pessoas, as quais estavam divididas em três veículos tipo caminhonetes e 12 motocicletas. Na fuga, um dos carros caiu no rio, o outro colidiu em uma casa e o outro fugiu. Algumas motos do bando foram abandonadas em Jaguaruana mesmo. A Polícia recuperou ainda dois fuzis, duas espingardas calibre 12 e duas pistolas.
Com toda a ousadia, a quadrilha não conseguiu levar nenhum dinheiro das agências. Os moradores, entretanto, viveram momentos de terror e muito medo. Segundo o cel. Aginaldo Oliveira, do BPChoque/ Cotar, apenas seis equipes do Cotar atuaram no episódio. "Quando eles (os policiais) chegaram a Jaguaruana já foram para o confronto com a quadrilha", explica Aginaldo.
De acordo com o delegado regional de investigação e combate ao crime organizado da Polícia Federal no Rio Grande do Norte, Paulo Henrique Rocha, desde dezembro de 2016 o grupo vinha sendo investigado.
Fonte: Diário do Nordeste

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