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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Se nos rebelarmos, nos livraremos dos corruptos

Fraude em estatais. Fraude em fundos de pensão. Fraude em programas sociais. Fraude na Lei Rouanet. Fraude nas contas públicas. Fraude em empréstimo consignado. A corrupção está entranhada. A cultura da corrupção nos deixa com vergonha, mas nos dá força para reagir, para se indignar. Não existe bandido de um lado ou bandido de outro, bandido é bandido. Investigados, quando tem cota de poder, tratarão de utilizá-la alegando perseguição política, mas isto ocorre de ambos os lados, esquerda e direita. Como ladrão de loja que culpa a câmera de segurança de lhe perseguir. Corrupção não tem distinção de ideologia. Parece mais discurso para a opinião pública, quando o que vemos é que se está fazendo justiça. Precisamos de juízes de verdade, como o nobre Sérgio Moro. O País não precisa mais passar por constrangimentos de ver tantos "heróis" serem desmascarados como bandidos do colarinho branco. Como não sentir vergonha? Como não reagir? É um desaforo com o povo. Escândalos de corrupção estão por todo lado. Nos governos federal, estaduais e municipais. O país que queremos está sob nossa responsabilidade. Precisamos cobrar mais de nossos representantes o modelo que queremos. A sociedade precisa continuar mobilizada, criticar, exigir, colocar o discurso nas ações em praças e avenidas públicas. No futuro próximo, vejo o Brasil saindo mais saudável, mais limpo, mais ético depois dessa lavagem a jato que os organismos de controle e da justiça promovem. O país terá a multiplicação de novos polos de poder: associações, sindicatos, núcleos, movimentos, grupos, frentes de todos os tipos nas ruas. Novos polos também de informação, com as redes sociais e as novas mídias à frente. Quem conseguir enxergar isso pode se dar bem. O cidadão cansou de ser feito de bobo como promessas não cumpridas e roubo do dinheiro público. Vamos acabar com a cultura da corrupção. Com a vergonha. E reagir.
Com Val Cabral

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