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terça-feira, 23 de maio de 2017

As consequências e as explicações de Cid Gomes

Cid Gomes (PDT) confirmou tudo que foi delatado contra ele, menos as motivações. Ocorreram reuniões, pedidos de dinheiro, liberação de crédito, doações de campanha. Dois secretários foram designados para pedir dinheiro à JBS. A divergência é sobre o motivo para tudo isso. Segundo o empresário Wesley Batista, houve pressão que condicionou a liberação dos recursos às doações de campanha. Cid diz que foi tudo dentro da lei. Isso considerando que a negociação era com a turma da JBS, cujos métodos agora são conhecidos.
O cronograma de pagamentos pesa contra o ex-governador, mas nem tudo bate 100% com o relato do delator. Não procede que não houve repasse em 2013. Foram liberados R$ 12,3 milhões. Porém, em 2014, o valor foi multiplicado oito vezes.
Não é caso simples e merece investigação. Ao decidir manter os secretários Arialdo Pinho e Antônio Balhmann (PDT), Camilo Santana (PT) leva para dentro de seu governo a confusão que começou no financiamento de sua campanha.
Foto: Arquivo
Da Coluna Política do jornalista Érico Firmo, no O POVO desta terça-feira:

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