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quarta-feira, 26 de julho de 2017

Brasil de pouco que recebem sem trabalhar e muitos que trabalham sem receber

O governo está criando uma geração de parasitas no país!
Tem coisas que parecem, que só acontecem no Brasil. Segundo alguns, a corrupção seria uma das principais culturas do povo brasileiro. Há muito, realmente, esta praga cresce no país, oferecendo o péssimo exemplo de ser o crime algo compensador. Durante anos, o Brasil foi saqueado. Embora não tivéssemos a certeza, hoje é indesmentível imaginarmos fosse o mensalão o pior escândalo de nossa história, até surgirem o petróleo e, mais recentemente, a JBS Friboi. O governo escondeu, enquanto pode, estas desconformidades, conseguindo postergar a crise. Paralelamente ao grande mar de sujeira, onde poucos navegam, sempre se pode encontrar a verdadeira essência dos irmãos tupiniquins, tendo na cultura popular sua verdadeira grandeza, por ser a síntese dos diversos povos e etnias formadores do que somos. Tal verdade pode ser comprovada em qualquer época do ano, através de grandes eventos nacionais, como o Carnaval, as festas regionais de São João, São Pedro, Romarias, Boi Bumbá ou Vaquejadas, dentre outros. São eventos cheios de dramaticidade e alegria, verdadeiros caldeirões de magia e histórias encantadas. Apesar disso, porém, às vezes chego a pensar o Brasil haver sido concebido para alguns poucos lucrarem. Com sua dimensão continental, seria este um dos agravantes, inclusive pela justa pretensão de atingirmos o patamar do desenvolvimento, embora concentrando, apenas nas rodovias, praticamente sua única via de escoamento para bens e produtos. A pior de todas as certezas, contudo, poderia ser explicada pela matemática mais simples: para poucos receberem sem trabalhar, infelizmente, muitos labutam sem receber... são resquícios de uma pratica antiga, teimando em ser perpetuada, geração após geração. A experiência da vida me leva a crer ser o homem do Brasil, capaz de reunir características contraditórias: se, por um lado, há quem se acostumou a lutar por sua sobrevivência, valorizando o mérito das conquistas pessoais, através do trabalho duro, por outro, este mesmo cidadão, surgindo qualquer oportunidade, pratica o “jeitinho brasileiro”. Ele encurta distâncias, e, tradicionalmente, confunde o público com o privado, misturando a cultura popular com a prática da corrupção.

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