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sábado, 8 de julho de 2017

Ceará ocupa primeiro lugar no ranking do Tesouro Nacional

Dados divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional colocam o Ceará no primeiro lugar no País no item equilíbrio fiscal e nos investimentos públicos. O Estado, ainda de acordo com a STN, apresenta a melhor situação na relação entre Receita Corrente Líquida e quatro variáveis: investimentos, caixa, gasto com pessoal e endividamento. Esse equilíbrio se deve, de acordo com os dados, ao controle das despesas e ao aumento da receita.
O ranking foi divulgado, nesta sexta-feira, pelo chefe da Casa Civil, Nelson Martins. “O Estado tem conseguido fazer um ajuste fiscal tanto na parte de despesas, com redução de cargos comissionados, de terceirizados, de gastos de custeio, como tem feito um trabalho na parte da receita, reduzindo incentivos fiscais e criando fundos, e a Assembleia Legislativa tem nos dado um grande apoio nisso. Isso tem sido um esforço muito importante”, expõe o secretário.
Nelson Martins explica que essa situação do Estado não foi conseguida sacrificando investimentos. “O mais importante dessa situação fiscal do Estado é que os outros estados conseguem fazer isso reduzindo despesa e investimento. Já o Ceará tem conseguindo manter um nível muito alto de investimento na parte social, em educação, infraestrutura, saúde. Essa é a nossa grande diferença”, diz
Ranking 
Segundo a Secretaria do Tesouro, os estados com pior situação fiscal são, nessa ordem: Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Goiás. Os que estão no topo do ranking, além do Ceará, são: Maranhão, Pará, Amapá e Espírito Santo. Os resultados são de 2016 e fizeram parte da publicação sobre conjuntura econômica divulgada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), em abril.
“A Firjan contratou alguns economistas do Brasil para analisar os estados brasileiros e, das 27 unidades da Federação, o Ceará é o número um no rigor fiscal. Ou seja, na capacidade de ter um equilíbrio muito forte na receita e no tamanho da despesa. Ao mesmo tempo, o Estado também foi analisado como aquele de maior capacidade de investimento, ou seja, na maior capacidade de solucionar aqueles problemas que afligem os estados brasileiros. Em 2016, foi aproximadamente o volume de investimentos chegou a R$ 2,4 bi”, explica Mauro Filho, secretário da Fazenda.
Blog do Eliomar

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