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terça-feira, 4 de julho de 2017

O país não adere às greves de baderneiros

Greve de sindicalismo de oportunismo, partidarismo e cinismo
Sinceramente, eu me pergunto, quando vejo essas greves organizadas e orquestradas por determinados líderes, se os milhares de componentes de cada movimento sabem exatamente por que estão ali e o que defendem. O país, decrépito, desacreditado, desrespeitado aqui e alhures, viu mais uma greve geral acontecer, com movimentos em todo o país, com muita baderna, queimação em ruas e estradas, transportes paralisados e alguns queimados, tudo devidamente organizado por especialistas em desorganização popular. Aquele povo que não é o mesmo que quer ver um país melhor. É um outro tipo de povo que está sendo cabrestado por lideranças, obviamente políticas, que nem de sombra querem ver um país moderno e futurista, mas um país dominado por interesses outros que está atrás de mudanças de cadeiras e de posições e muito menos no planejamento estratégico evolutivo que poderia transformar o Brasil numa grande nação. É preciso, ao invés de greves inócuas, promover uma verdadeira revolução de métodos e sistemas, exigindo dos governantes uma transparência real, um plano de recuperação, uma mania por educação e por saúde pública e, na verdade, um "marketing" generalizado que proponha uma mudança geral e não pontual, com a participação geral, esta sim, de toda a sociedade, ouvida, consultada e usada - no bom sentido - nas verdadeiras mudanças que fazem um país decente. O resto? Bem o resto é queima de pneus. E só.
Por Val Cabral

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