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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

7 partidos podem dar adeus ao senado

A cova já está sendo cavada para os mortos do Senado!
Chegam ao fim, este ano, os mandatos dos senadores Pastor Bel (PRTB-MA), Eduardo Lopes (PRB-RJ), Hélio José (Pros-DF), Pedro Chaves (PSC-MS), Randolfe Rodrigues(Rede-AP), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Vanessa Grazziontin (PCdoB-AM) e, com eles, a presença desses partidos. Se não forem reeleitos, essas siglas desaparecerão do Senado. PDT e PR podem virar partidos com um único senador. Representante único da Rede no Senado, Randolfe Rodrigues lidera as pesquisas, no Amapá. É o único caso entre partidos de um senador só.  Outro partido fadado à extinção no Senado a partir de 2019, é o PCdoB, cuja única representante, Vanessa Grazziotin (AM), nunca passou de “boneca de ventríloquo” do PT. Grazziotin não deve ser reeleita, segundo pesquisas recentes. A maioria dos senadores acaba nos condicionando a acreditar, que o voto deve ser rigorosamente secreto. Só assim, afinal, o eleitor não terá vergonha de ter votado neles.  CLÁUSULA - Com nova regra votada pelo Senado, só terá direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019 o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos válidos nas eleições de 2018 para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da federação (9 unidades), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas. Se não conseguir cumprir esse parâmetro, o partido poderá ter acesso também se tiver elegido pelo menos 9 deputados federais, distribuídos em um mínimo de 9 unidades da federação.

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